quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O golpe de estado de Renan Calheiros

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi afastado do cargo após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello acatar ação cautelar da Rede Sustentabilidade. A Rede entrou com pedido de afastamento de Renan nesta segunda-feira, alegando impedimento incontornável do peemedebista de se manter na liderança da Casa após ter virado réu no STF por crime de peculato.
O pedido foi aceito nesta mesma segunda pelo ministro Marco Aurélio, e encaminhada nesta terça ao plenário do Supremo que deve decidir se acata a decisão.
Em um ato de desobediência a justiça, Renan não apenas se recusou a assinar o protocolo do oficial de justiça, como a  Mesa Diretora do Senado decidiu nesta terça-feira (6) que aguardará a deliberação do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) para cumprir a decisão liminar (provisória) do ministro Marco Aurélio Mello de afastar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do comando da Casa.
Por conta disto, o ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, em nota, sem citar o nome, mas numa referência à decisão do Senado de não acolher a decisão do ministro Marco Aurélio Mello de afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) do comando do Congresso, que descumprir uma ordem judicial é crime de desobediência ou golpe de estado.




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