segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Siria: EUA os autores da crise...



Estamos num momento curioso, com os EUA liderados pelo premio Nobel da Paz, Barack Obama, querendo a todo custo atacar a Síria, mesmo contra a decisão do conselho de segurança não autorizando, tendo uma forte reação contraria internacional (Russia e China entre outros) e contra a vontade de 70% dos americanos....
Os falcões americanos informam que possuem provas contundentes de que não apenas armas químicas foram utilizadas mas que o autor de seu uso foi o presidente Assad, e que os EUA teriam obrigação moral de não permitir que o governo sírio continuasse a produzir e utilizar armas químicas e as utilizarem, mesmo que estas não ameacem ou mesmo sejam utilizadas contra os EUA, reafirmando a visão de "Xerife" do mundo...algo que John Wayne se orgulharia de escutar (na realidade esta e uma prova do assim chamado "destino manifesto" ainda em vigor no governo americano).
A Russia então exigiu que os EUA apresenta-se as tão propagadas provas, ao que estranhamente o governo americano não fez, ficou algo dúbio, se por sua vez o governo pregava a invasão da Síria palpado em PROVAS IRREFUTÁVEIS, por outro lado, estas provas não eram apresentadas ao mundo, atitude semelhante por sinal as "PROVAS IRREFUTÁVEIS" de armas de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein.
Assad pode ser um ditador de uma minoria Alauita, que não representa a maioria do povo sírio, podem acusa-lo de varias coisas, porem nao se pode afirmar que foi ele o autor do ataque com armas químicas a civis na Síria (o ataque houve realmente conforme inclusive os inspetores da ONU), porem o real responsável e os autores são outros.
Quando começaram os primeiros passos de uma "primavera Síria", os EUA através da CIA, começaram a armar, treinar e recrutas mercenários junto com agentes israelenses, financiados pelo governo da Arabia Saudita (conforme o jornal britânico "the times"), e treinados na Jordânia, por incrível que pareça um dos principais apoiadores para isto foram os árabes sauditas, como a monarquia saudita tenta empurrar Washington há vários meses para que lance uma intervenção militar contra a Síria, o chefe de inteligência da Arábia Saudita, Bandar Bin Sultan, realizou varias visitas contínuas à Washington para incentivar a invasão (entendemos porque EUA e Israel gostariam do ataque, mas nos faz pensar muito os motivos da Arabia Saudita...que por coincidencia é o berço do Al Qaeda, que ate hoje se analisarmos friamente mais ajudou do que prejudicou os EUA, pois permitiu aos EUA ter liberdade e poder de atuacao que jamais teria antes a ponto de colocar o ato patriótico a frente da própria constituicao).
Quase desde que começou o conflito, em março de 2011, as autoridades sírias culparam a Arábia Saudita, assim como o Catar e a Turquia, entre outros países, de apadrinhar de forma aberta os grupos que querem o que chamam de 'mudança de regime em Damasco'.



Manifestacao de militares americanos...


OBSERVACAO IMPORTANTE:


Entre 50 e 80% dos opositores armados são militantes da rede terrorista Al Qaeda(entenderam as entrelinhas?) e de outras entidades fundamentalistas como a Frente Al-Nusra, que defendem a destruição do Estado laico sírio e a imposição de um califado regido pela xaria ou lei islâmica, inclusive existe um movimento de militares americanos colocando inclusive fotos na web (vide abaixo), dizendo-se contra a lutar JUNTO com a Al-Qaeda para derrubar o governo Sírio.... DESDE QUANDO OS EUA E A AL QAEDA SÃO ALIADOS? Sera que da época do 9/11.....?

Ainda que entranhamento com quase nenhum destaque na imprensa internacional, que replicou de maneira imediata o hipotético ataque químico perto de Damasco no passado dia 21 de agosto - uma recente investigação de uma jornalista norte-americana revelou que a mão do chefe da inteligência saudita poderia estar por trás do controverso ataque, do qual tentam incriminar as autoridades sírias, Dale Gavlak, correspondente da agência norte-americana Associated Press, explicou dias atrás que a morte de civis em Ghouta Oriental foi devido a uma má manipulação de agentes tóxicos em poder de grupos mercenários, e para fechar com chave de ouro, depois de múltiplas entrevistas com residentes e irregulares da região, a repórter revelou também que as armas letais foram enviadas por coordenação de Bandar Bin Sultan(o mesmo Bandar Bin Sultan que vivia em contato com a CIA).
As armas, algumas "com uma estrutura de cano" e outras como "uma enorme garrafa de gás", segundo detalhou a reportagem, estavam destinadas inicialmente ao Frente Al-Nusra, derivação da rede terrorista Al Qaeda nesta nação do Levante.

"No entanto, a facção menos experiente com esse tipo de armas as recebeu, manipularam as armas de maneira errada e deram lugar às explosões, detalhou.
Não nos disseram que tipo de armas eram, nem como usá-las, reclamou uma combatente à correspondente, que a chama de "K".
Não podíamos imaginar que eram armas químicas. Quando o príncipe Bandar (chefe da Inteligência saudita) entrega essas armas, deveria entregar a quem sabe usar, reclamou".
E ainda... depois do acordo entre Russia e EUA, sobre estas armas químicas, a Arabia contrariada pede agora, que a ação internacional contra a Siria não se limite apenas a "armas químicas" e "fortalecimento do apoio internacional à oposição síria para que possa enfrentar os ataques do regime, cuja obstinação serve aos interesses dos movimentos extremistas", a obstinação pela patria de Bin Laden é idêntica a dos EUA e supera mesmo a de Israel....e me pergunto o porque? com certeza direitos humanos para o pais das Burgas não convence...

OBSERVACAO IMPORTANTE:

Domênico Quirino
Há exatamente 25 anos durante a guerra Ira-Iraque, os EUA apoiou o ataque químico por parte do Iraque contra o Iran.
O jornal britânico Daily Mail em janeiro de 2013, publico uma noticia interessante:
"E-mails comprovam que Obama autorizou ataque com armas químicas e o genocídio na Síria"
Rapidamente a noticia foi retirada da Web, porem segue abaixo a noticia Hackeada...




QUEM REALMENTE AGE DE FORMA DESUMANA NA SÍRIA?

A maioria dos "rebeldes sírios" não passam de mercenários contratados, isto contribui para que suas atitudes beiram a crueldade extrema, não que o governo sírio também não cometa crueldades, porem a imagem que estão nos passando são que os rebeldes seriam os "bons" da equaçao:
Vejam por exemplo o caso do jornalista italiano Domênico Quirino que foi tratado como um animal e submetido a dois simuladores de execução durante os cinco meses que ficou refém dos rebeldes na Síria, ou o caso do professor e escritor belga Pierre Piccinin da Prata, libertado do cativeiro dos rebeldes sírios.

 

“Considero um dever moral dizer isso. Não foi o governo de Bashar al-Assad quem usou gás sarin ou outro gás nos subúrbios de Damasco”, afirmou Piccinin, referindo-se às declarações de seus captores(reafirmando o que eu já disse).




Isto sem falar na execução dos soldados sírios que caem nas mãos dos "bons" rebeldes....

 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EUA controlam todo o Oriente Médio, exceto Síria e Irã




Todos os países do Oriente Médio, exceto Síria, Irã e Líbano, estão sendo controlados pelos Estados Unidos, declarou um alto funcionário do Ministério da Defesa da Líbia em uma entrevista à Voz da Rússia, na condição de anonimato.

Segundo ele, as declarações do príncipe saudita, Bandar bin Sultan, que afirmou ter controlado os grupos de terroristas na Síria, incluindo chechenos, são verídicas.
No Ministério da Defesa da Líbia há rumores de que foi o próprio Bandar quem forneceu armas químicas aos rebeldes sírios, acrescentou a fonte.

Fonte:

Fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade

Caro Obama, fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade...
Dear Obama,make war for peace is like fucking for virginity name ...
Lieber Obama,den Krieg für den Frieden ist wie Ficken für Jungfräulichkeit Namen ...
Cher Obama,faire la guerre pour la paix est comme baiser pour le nom de la virginité ...
Estimado Obama,hacen la guerra por la paz es como follar por la virginidad nombre ...


Talves você devesse devolver esta medalha...ou agir um pouco mais como um nobel da paz!
Maybe you should return this medal ... or act a bit more like a nobel peace!
Vielleicht solltest du diese Medaille zurückkehren ...oder handeln ein bisschen mehr wie ein Friedensnobelpreis!
Peut-être que vous devriez retourner cette médaille ...ou agir un peu plus comme un Nobel de la Paix!
Tal vez debería volver esta medalla ... o actuar un poco más como un Nobel de la Paz!  

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Os Banksters....o que são?



O melhor exemplo da onda de indignação na Europa é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões

Meios de comunicação, dirigentes políticos e cidadãos europeus se voltam contra os banqueiros, acusando-os, no melhor dos casos, de serem cúmplices de inumeráveis operações ilegais, e, no pior, de diretamente serem criminosos. O melhor exemplo desta onda de indignação é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões. O termo, cunhado durante a crise econômica mundial conhecida como a Grande Depressão, dos anos 1920 e 1930, ressurgiu na mídia britânica em 2009, e apareceu agora na primeira página do jornal francês Libération.
Em um breve documento sobre política bancária divulgado no dia 21, o presidente do opositor Partido Social Democrata (SPD) da Alemanha, Sigmar Gabriel, acusou os banqueiros de “chantagearem governos e Estados com a ameaça de uma bancarrota com efeito dominó”, de “cumplicidade com atividades criminosas”, como evasão de impostos e lavagem de dinheiro, e de “prejudicarem seus próprios clientes”. Mesmo os analistas que atribuem intenções populistas às críticas de Gabriel concordaram que os diretores das grandes corporações financeiras privadas causaram grandes prejuízos ao seu negócio e aos seus clientes. A lista de queixas é longa.
Nos Estados Unidos, o banco HSBC é acusado de lavar dinheiro de narcotraficantes latino-americanos e de organizações islâmicas supostamente envolvidas em atividades terroristas. Em um comunicado divulgado no dia 17, o HSBC assume sua responsabilidade: “Houve ocasiões em que o banco não pôde cumprir com os padrões que esperam os reguladores e os clientes. Reconhecemos estes erros, respondemos por nossas ações e nos comprometemos a solucionar o que não funcionou bem”.
O chamado escândalo Libor (acrônimo em inglês de taxa interbancária oferecida de Londres) deixou clara a conivência de numerosas instituições internacionais, entre elas Barclays, Citigroup, JPMorgan Chase, UBS, Deutsch Bank, HSBC, para falsificar informação sobre as taxas de juros interbancárias para que os bancos centrais fizessem o mesmo com as suas. A taxa Libor é uma referência para o mercado monetário, fixada pela Associação de Banqueiros Britânicos. O escândalo fez com que reguladores britânicos e norte-americanos impusessem ao Barclays uma multa sem precedentes de US$ 450 milhões, e levou à aposentadoria forçada de seu diretor, Bob Diamond.
Além disso, as instituições financeiras se viram envolvidas em uma grande confabulação de evasão fiscal. A independente Rede de Justiça Fiscal, que investiga a evasão de impostos internacional e o papel dos bancos nos paraísos fiscais, estima que cerca de US$ 11,5 trilhões de ativos estão guardados em cofres de segurança, o que faz com que os Estados deixem de arrecadar aproximadamente US$ 250 bilhões por ano.
Por sua vez, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) destaca que “a evasão e a fraude fiscal colocam em risco a arrecadação dos Estados”, e recorda que o Senado dos Estados Unidos estima uma perda de US$ 100 bilhões por ano com evasão fiscal cometida por pessoas e empresas nesse país. “Em muitas nações, as quantias chegam a milhares de milhões de euros”, afirma a OCDE. “Isto significa menos recursos para infraestrutura e serviços, como educação e saúde, e prejudica os padrões de vida em economias desenvolvidas e em desenvolvimento”, ressalta.
Os ativos estão em paraísos fiscais, como os territórios britânicos Ilha de Man, Guernsey e Gibraltar, e nas Ilhas Cayman e similares, embora também em instituições financeiras que operam em cidades como Londres e Nova York, e, ainda, em países como Suíça, Cingapura e Mônaco. Os crimes financeiros ocorrem quando os países do Norte industrializado atravessam uma grave crise de dívida soberana que deixou muito deles na bancarrota.
O problema teve origem, ou, pelo menos, se agravou, com a crise financeira de 2007, precisamente porque os bancos ficaram à beira da falência e tiveram de ser resgatados pelos Estados para evitar a queda do sistema financeiro. No entanto, a ajuda só fez aumentar e mover uma crise financeira cíclica, e agora bancos espanhóis, gregos e cipriotas pedem ajuda dos governos nacionais, que sacrificam seus cidadãos reduzindo o gasto com serviços públicos básicos como educação, saúde e infraestrutura.
Tudo isso se faz para que os mercados financeiros internacionais continuem operando quase sem regulação, enquanto os “banksters” se atribuem salários principescos e bônus elevados. No dia 18, o jornal Libération revelou que, em 2011, apenas quatro grandes bancos franceses pagaram aos seus diretores 1,1 bilhão de euros (mais de US$ 1,3 bilhão) em bônus. A situação levou alguns políticos a reclamarem novas regulações e novos controles para os mercados financeiros.
O ministro da Economia da França, Pierre Moscovici, lançou uma reforma do setor com o objetivo de separar os bancos comerciais das instituições financeiras e limitar os salários dos diretores. Gabriel, do PSD, pediu um teto de salário e de bônus e a responsabilidade pessoal de presidentes, diretores-gerais e gerentes de bancos quando as perdas são causadas por transações especulativas de alto risco.
Medidas semelhantes foram propostas pela Comissão Independente para os Bancos (ICB), criada em 2010 para reformar o setor e promover a competição e a estabilidade financeira. Contudo, as ideias não foram totalmente consideradas pelo novo plano do governo para reestruturar o mercado financeiro, anunciado no começo deste mês, que, de todo modo, não será implantado antes de 2019.
De fato, a maioria das medidas discutidas na Alemanha, França e Grã-Bretanha está incluída no acordo da Basileia III, último pacto normativo internacional para reforçar e regular a estabilidade e a solvência do setor financeiro. A nova normativa do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, ainda em discussão, será aplicada passo a passo a partir de 2013 com vistas à sua total implantação em 2019.
Economistas independentes afirmam que a demora em fixar novos controles a um setor obviamente corrupto prova a falta de vontade política dos governos para chegar à raiz do problema. Segundo o economista francês Paul Jorion, “após cinco anos da pior crise financeira da história, todas as tentativas de regular os bancos e os fundos são letra morta”. Por outro lado, “a União Europeia e os governos continuam desregulando e deixando seus próprios cidadãos na miséria total”.

fonte:
http://revistaforum.com.br/blog/2012/07/quando-os-banqueiros-sao-banksters/ 

Com relação aos nossos Banksters Tupiniquins, uma reporter que sintetizou bem o que são e o que pensam foi Salete Lemos da Cultura (que por sinal perdeu o emprego por conta desta materia).