segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Nenhum negro concorrendo ao Oscar.... isto serial errado?

Nenhum negro foi indicado ao Oscar/2016, assim como também não foi indicado nenhum oriental, nenhum indígena, e mesmo entre os principais prêmios, nenhum latino sequer.... isto é ruim?
Depende... algum ator ou atriz negro, asiático, indígena ou latino teve atuações de destaque em 2015?
Alguém pode me indicar apenas um?
Apenas destaco DOIS pontos sobre o Oscar:

  1. Ele deve ser meritório não guiado por cotas raciais ou ser politicamente correto, o premio deve ir para que foi o melhor independente da cor ou etnia(raça humana não existe somos todos um)....
  2. O indicados ao Oscar são votados POR TODOS OS MEMBROS DA INDUSTRIA CINEMATOGRÁFICA AMERICANA, o que reúne pessoas de todos as partes do mundo e de todas as cores, etnias e religiões....
Só falta agora termos COTAS para indicações artísticas também.... qual seria os passos posteriores, cotas para o premio nobel ou para a canonização?

Os dez mandamentos: Um filme nacional que batera recordes.... mesmo que com todos os lugares vagos....

Neste fim de semana fui a um cinema de shopping assistir a DEADPOOL(eu indico incusive...), e comprei ingresso para uma sessão apos a sessão que iria começar, motivos: só haviam sobrado lugares em frente a tela....
Reparei que pelos alto-falantes se anunciava que a sessão para o filme "Os dez mandamentos" estava lotada, ok... pensei.... tem louco para tudo, porem quando voltei para ver a MINHA sessão reparei que nos alto-falantes aunciava que a próxima sessão dos "Os dez mandamentos" tambem ja estaria lotada.... fiquei curioso e perguntei a uma funcionaria do cinema se a procura pelo filme estava realmente sendo tão grande e obtive uma resposta que foi um banho de agua fria.... a Igreja Universal havia comprado TODOS os ingressos para todas as sessões do filme!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uma pessoa que me acompanhava até exclamou que era ridiculo uma insituiição religiosa que tem como principio a retidão moral, agir daquela forma, eu fui alem, o que passou pela minha cabeça foi "se fazem isto fora da igreja, o que não aprontam DENTRO da mesma"....

DEIXO AQUI MEU PEDIDO PARA QUE A ANCINE FAÇA A DEVIDA FISCALIZAÇÃO SOBRE AS DENUNCIAS QUE INCLUSIVE ESTÃO PIPOCANDO PELA INTERNET POIS CASO CONTRARIO TEREMOS UM FILME QUE BATERA RECORDES DE BILHETERIA QUE TEVE SALAS VAZIAS.....

Leiam abaixo a materia da revista veja sobre o assunto:

Parece imagem de sermão de pastor da Igreja Universal: em embate no mundo das trevas -- no caso, o cinema --, Moisés está dando uma surra nos vampiros. Na semana passada, a Record Filmes, braço cinematográfico da rede de TV de propriedade da igreja do bispo Edir Macedo, anunciou que Os Dez Mandamentos havia alcançado a marca de 1,5 milhão de ingressos adquiridos na pré-venda, a maior da história do cinema brasileiro - mais do dobro do campeão até então, o terceiro episódio da saga dos bebedores de sangue, Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2 (645 000). Isso apenas doze dias depois do início das vendas e faltando quinze para a estreia em 28 de janeiro, de novo em moldes monumentais: neste primeiro momento, o filme vai ser projetado em nada menos que 1 000 salas em todo o país. Não se trata, porém, de um movimento espontâneo de espectadores - que, de resto, em grande parte, já viram esse filme, uma adaptação da novela do mesmo nome exibida pela TV Record. A multiplicação de ingressos pré-vendidos é resultado de uma intensa e bem planejada estratégica da Igreja Universal para levar o filme a bater recordes de bilheteria e ultrapassar os 100 milhões de espectadores do fenômeno Tropa de Elite 2, de 2010 (400 000 na pré-venda).
Desde o início do ano, pastores da igreja e seus auxiliares, os obreiros, em todo o país estão sendo incentivados a mobilizar os fiéis para comprar entradas para o filme. "Recebi a informação de que uma única igreja de Belo Horizonte comprou um lote de 23 000 ingressos", diz Marcio Fraccaroli, presidente da Paris Filmes, responsável pela distribuição de Os Dez Mandamentos. Na Rede Aleluia, cadeia de rádios de propriedade da Universal, os intervalos comerciais são entremeados de depoimentos recomendando o filme. "Nós de Petrópolis estamos empenhados nessa missão. No dia 28, a cidade vai parar", afirma uma entusiasmada obreira. Nos templos, a divulgação é aberta e a adesão rende até prêmios. Em Curitiba, uma igreja está sorteando aparelhos de TV e geladeiras entre os compradores de ingressos. Na Catedral Mundial da Fé, na Zona Norte do Rio de Janeiro, uma faixa anuncia o longa na área de circulação de fieis. "A Universal age como empresa e apresenta bons resultados, porque sua capacidade de mobilização é muito maior que a da Igreja Católica, por exemplo", afirma o demógrafo José Eustáquio Alves, autor de pesquisas sobre grupos religiosos.
A trajetória de Moisés, culminando com a abertura do Mar Vermelho para a fuga dos escravos judeus no Egito (estendida por três capítulos), foi exibida como novela na TV Record de março a novembro do ano passado e, em alguns momentos, colocou a emissora em primeiro lugar em audiência no horário nobre. Além de cenas já mostradas, o filme promete passagens inéditas e um final diferente. "O sucesso mostra que todos gostam de assistir a esse tipo de produção, não apenas os evangélicos, mas judeus, espíritas e muçulmanos", afirma Douglas Tavolaro, produtor-executivo do filme.
Alcançar o reino dos números astronômicos não é novidade na Igreja Universal, denominação que arrebanha 1,9 milhão de fieis no Brasil. O Templo de Salomão, inaugurado em São Paulo em 2014, é o maior do país, capaz de acomodar 10 000 pessoas. Estratégia semelhante à usada agora no filme levou a trilogia Nada a Perder, biografia do bispo Macedo assinada por Tavolaro, ao topo da lista de livros mais vendidos do Brasil entre 2014 e 2015. As igrejas compraram milhares de exemplares e fixavam metas para os pastores os revenderem à congregação, estimulando a competição. Quando as livrarias abriram as portas para o lançamento, ônibus fretados pela igreja transportavam levas de fieis que formavam filas quilométricas na porta. Em uma única tarde, a livraria chegava a comercializar 10 000 exemplares. "Havia uma obsessão de vender mais que Ágape, do padre Marcelo Rossi", afirma um ex-diretor da editora do Nada a Perder, a Planeta. Até agora, o objetivo não foi alcançado: os três volumes da biografia do bispo venderam 5 milhões de exemplares; o livro do padre, 10 milhões.
No plano cinematográfico, o próximo projeto da Record Filmes é levar às telas a história da vida de Edir Macedo. A direção será de Alexandre Avancini, diretor de Os Dez Mandamentos e chefe da divisão de novelas da emissora, e emissários buscam uma produtora americana para colocar o projeto de pé. Falta definir o elenco - Wagner Moura, cotado para o papel principal, descartou a possibilidade. No plano político, os projetos da Universal são mais imediatos. O partido da igreja, PRB, quer eleger em 2016, de uma tacada só, o senador Marcelo Crivella, sobrinho de Macedo, e o deputado federal Celso Russomano prefeitos de Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente. Por enquanto, nas pesquisas eleitorais, ambos lideram as intenções de votos.

Fonte:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/universal-usa-igrejas-para-os-dez-mandamentos-alcancar-recorde-de-bilheteria

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Em show dos Rolling Stones, Ultrage a Rigos é hostilizado por ativistas de esquerda...

Roger Moreira, o vocalista e líder do Ultraje a Rigor, bateu boca com parte do público no show de abertura dos Rolling Stones no Rio de Janeiro.
A apresentação do Ultraje, que teve seu início atrasado por conta da forte chuva que caiu neste sábado (20) no Rio de Janeiro, começou com o clássico "Inútil". Ao fim da primeira música, Roger foi vaiado e chamado de "coxinha" por parte do público da área VIP, e reagiu.

"Vocês vão cair. Coxinha é a mãe de vocês", disse Roger, mostrando o dedo médio para o público e tomando seus críticos como apoiadores do governo Dilma e do PT, de quem o vocalista do Ultraje é um notório opositor.

"Essa música vai pra essa galera aí", avisou o vocalista antes de tocar a música "Filha da Puta", mais um clássico da banda. Ao fim da canção, Roger ainda gritou: "ladrão, corrupto, safado".

Após o show, o vocalista minimizou o episódio por meio do seu perfil no Twitter, explicando que foi algo isolado. "Não foi a plateia, foi um babaca que estava me xingando. Eu não levo desaforo pra casa."

FONTE:
http://whiplash.net/materias/news_794/238963-ultrajearigor.html#ixzz41HXox51c 

Alguns fatos curiosos ligados ao assunto:

  • Sabem a folha de São Paulo? Aquele jornal que disse que a paulista lotada nas manifestações anti-Dilma é pró-impeachment tinham apenas 50.000 pessoas, enquanto na passeatas gays, este numero é calculado em milhões? Bem adivinhem qual foi a manchete sobre o ocorrido: "Na abertura do show dos Stones, Roger xinga plateia em show do ultrage", Sabe aquela postura ridicula e vitimista que mesmo quando atacam, ofendem e agridem, a esquerda é e sempre será uma eterna vitima? 
  • Militantes de esquerda num show de Rock????? O rock n roll não era chamado pelos antigos comunistas de "fruto da decadencia ocidental"?  O próprio neto de Che, Canek Sánchez Guevara, sofreu nas garras do regime policialesco que seu avô ajudou a criar, e preferiu fugir de Cuba, no Brasil, musicos pró-esquerda durante a tropicalia criticavam duramente o Rock o chamando de "novo colonialismo yankee", nada como ser comunista rico num pais capitalista não? (O valor dos ingressos do show dos Stones não era para proletarios companheiros....rs)
  • Fico imaginanado o que leva realmente a jornalistas a apoiarem um sistema politico, que em via de regra quando assume o poder, tem como primeiro ato a censura a propria imprensa? humm.... talves seja o mesmo motivo que leva catolicos da teologia da libertacao a defenderem uma ideologia que prega que "a religião é o opio do povo"
Durmam com esta.....

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Russia para EUA sobre a Siria: Abaixem a bola!!!!!

O porta-voz oficial do ministério da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov, comentou na quarta-feira (24) uma recente declaração do porta-voz do Pentágono Peter Cook de que o cessar-fogo na Síria seria na verdade um teste para o governo russo.



Os dizeres de Cook não agradaram a Konashenkov, que, em resposta, pediu para que o colega norte-americano “baixasse a bola” em seus futuros discursos envolvendo Moscou. A fala do general russo foi publicado na página oficial de YouTube do ministério da Defesa da Rússia.
“Esses dias, o senhor Cook declarou que o cessar-fogo na Síria é um teste para as autoridades russas. Recomendaria ao senhor Cook “baixar sua bola” e se concentrar nas atividades daquela organização que ele representa. Ou seja, o Pentágono. Apesar de ter a certeza de que, diferente de seus antecessores, isso não será fácil sem o conhecimento de assuntos militares. Por isso é que ele tenta compensar suas falhas falando asneiras. É preciso ser mais modesto. E mais profissional” – declarou Konashenkov durante uma coletiva do ministério da Defesa russo sobre o acordo de cessar-fogo entre Rússia e EUA.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20160225/3668990/russia-pediu-para-pentagono-baixar-a-bola.html#ixzz41CN5S4Iv

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

A derrocada das esquerdas na america do sul

No domingo, o presidente da Bolívia, Evo Morales, de 56 anos viu ameaçada a possibilidade de disputar mais um mandato presidencial, após um referendo no qual sua proposta teria sido derrotada.
Quando Evo propôs o referendo, no ano passado, o "sim" à reforma constitucional para que ele se candidatasse em 2019 – para o quarto mandato seguido – registrava cerca de 70% de intenção de voto.
Os últimos dados oficiais preliminares e de institutos de pesquisa indicaram, porém, que o "não" poderia ter vencido o "sim".


De acordo com pesquisas recentes, Evo conta com cerca de 60% de apoio popular, como informou o instituto Equipos Mori, da Bolívia. Este apoio não teria sido transferido, porém, para o voto de respaldo à sua continuidade na Presidência até 2025.

Nas últimas duas semanas, ele foi citado em um suposto caso de tráfico de influência envolvendo uma ex-namorada ligada à uma empresa chinesa com contratos milionários de obras públicas com o governo, como informou a imprensa local.

Paciência

Nesta segunda-feira, em entrevista em La Paz, Evo disse que vai esperar o resultado "com paciência" porque ainda falta a apuração, disse, das áreas rurais – as mais carentes e onde mantém maior fidelidade eleitoral.

"Evidentemente não nos querem muito nas cidades. E além disso, a oposição e nas redes sociais apelaram à guerra suja", disse.

No Chile, a presidente Michelle Bachelet, de 64 anos, viu sua popularidade encolher, pouco depois de retornar ao palácio presidencial La Moneda, em março de 2014.

O filho dela, Sebastián Dávalos, e a esposa dele foram acusados de suposto tráfico de influência em um caso que ficou popularmente conhecido como "noragate". Outros escândalos envolveram políticos da sua base governista e empresários locais.

O índice de rejeição à presidente teria batido em dezembro passado o recorde de 70% de suas duas gestões (2006-2010 e 2014-2018), segundo levantamento da empresa de opinião Gfk Adimark.

A situação, em termos de respaldo popular, não é diferente na Venezuela, onde Nicolás Maduro, de 53 anos, foi derrotado na eleição legislativo de dezembro passado.

Segundo o instituto Datanálisis, de Caracas, a popularidade de Maduro giraria em torno dos 25%.

Cristina e Macri

Já na opinião do analista argentino Roberto Bacman, do centro de pesquisas e opinião pública CEOP Latam, de Buenos Aires, os eleitores parecem sugerir que estão cansados de partidos ou líderes que estão há muito tempo no poder e querem mudanças.

"Com Evo, a Bolívia teve grandes avanços econômicos e sociais e acho uma questão menor esse episódio da namorada. O que percebo na região é que as pessoas querem alternância no poder", disse Bacman.

Para ele, esta demanda por "alternância e gestão econômica" resultou na derrota do candidato da ex-presidente Cristina Kirchner - e na vitória do presidente argentino Maurício Macri, em novembro passado. "Cristina tinha altos índices de aprovação popular, mas os eleitores mostraram que queriam alternância", disse.

Bacman entende que hoje a região sinaliza estar "caminhando para a direita e com um eleitor cada vez mais exigente". Segundo ele, Macri mantém imagem positiva de cerca de 60%, mas percebe-se, disse, que as pessoas estão preocupadas com a inflação e o 'tarifaço' (aumento de luz e provavelmente de outros serviços). "E acho que muitos já devem estar arrependidos do voto que deram (em Macri)", disse.

Para a professora de política Latino-americana Alicia Lissidini, da Universidade San Martín, de Buenos Aires, a questão da popularidade "transcende a questão da direita e esquerda".

Na sua visão, o presidencialismo "muito forte" e os "partidos políticos fracos" acabam contribuindo para esta queda na popularidade, seja qual for a linha política do presidente em exercício.

Segundo ela, o eleitor não percebe uma mudança na forma de governar entre os governos de direita e de esquerda. E os países da região estão vivendo com "sociedades divididas", disse a especialista. "Estão os pró-Evo e contra-Evo os pró-Nicolas Maduro e contra Nicolás Maduro. Sociedades polarizadas", disse.

O professor de ciências políticas da Universidade Autonoma de Chile, Ricardo Israel, entende que, apesar de os países e líderes da região viverem situações diferentes, existe um elemento comum em todas elas.

"A palavra é desgaste. Desgaste de poder, da economia, do autoritarismo e da pouca credibilidade que alguns deles tiveram ao responsabilizar o inimigo interno ou externa como burguesia, poderes concentrados ou o imperialismo, mas principalmente a questão da corrupção", disse.

O economista e ex-deputado da esquerda Unidade Popular, de Buenos Aires, Claudio Lozano, entende que em particular os governos de esquerda sofreram com a queda nos preços das commodities que limitam os recursos para medidas de cunho social. "Mas também acho que os governos definidos como progressistas não aproveitaram a época da bonança para fazer as mudanças sociais e econômicas estruturais que nossos países precisavam", disse.

Por sua vez, de Cochabamba, na Bolívia, o pesquisador social Roberto Laserna, do Centro de Estudos da Realidade Econômica e Social (CERES), criticou o que chamou de "populismo".

"Acho que o populismo é o que os caracteriza. Populismo no fato de fundamentar sua popularidade na expansão do gasto fiscal, dando prioridade a uma relação direta dos governantes com a população, acima das instituições", disse Laserna.

Para ele, no caso da Venezuela, principalmente, onde o petróleo é a principal fonte do país, "os recursos públicos do governo estão agora limitados" e a economia está "asfixiada".

Desaceleração da economia

No entanto, dados oficiais da economia boliviana indicam crescimento médio de cerca de 5% nos dez anos de gestão de Evo, aumento de reservas no Banco Central, incremento no consumo e queda nos índices de pobreza.

Analistas trabalham porém com perspectiva de desaceleração da economia boliviana a partir deste ano. Na sua visão, a relação entre "populismo" e a economia é "menos visível" no Brasil, na Argentina e no Chile "porque suas economias são mais fortes e diversificadas".

Para o professor chileno de ciências políticas da Universidade de Valparaíso, Guillermo Holzmann, além da queda dos preços das commodities que influencia o comportamento das economias da região, "a corrupção" é outro fator a ser destacado nesta queda de apoio popular.

"Os países da América do Sul enfrentam com maior intensidade as implicâncias de um crescimento econômico não inclusivo, que mostram governos que não solucionaram problemas como a desigualdade e que são respingados pela corrupção e a ineficiência na aplicação de políticas públicas ou de reformas estruturais", disse Holzmann.

Para ele, os países da região "desfrutaram de uma década de crescimento econômico por suas exportações de recursos naturais e tentaram aproveitar os benefícios da globalização", mas, como Lozano, ele destacou a falta de "medidas mais profunda" para melhorar a vida e perspectivas das pessoas. "E isso gerou frustração entre os cidadãos", afirmou.

"Os governos de esquerda demonstraram que a administração do Estado/governo é ineficiente em relação às expectativas dos cidadãos, que a proposta ideológica que apresentaram não atende às expectativas e para completar os casos de corrupção geraram decepção entre os eleitores", disse.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Paulo Henrique Amorim condenado a prisão por injuria e difamação....

O jornalista Paulo Henrique Amorim foi condenado pela 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) a cinco meses e dez dias de prisão pelos crimes de injúria e difamação contra o diretor de jornalismo e esportes da Globo, Ali Kamel.

Em seu blog, Paulo Henrique Amorim acusou Kamel de ser racista por conta do livro "Não somos racistas - uma reação aos que querem nos transformar numa nação bicolor". Ele afirmou que o diretor da Globo “engrossa as fileiras racistas dos que bloqueiam a integração e a ascensão dos negros” e o qualifica como "trevoso" (horrível, terrível, medonho).
De acordo com o relator, o jornalista teria todos os meios para "exercer seu direito à crítica sem emprego de palavras demeritórias e pejorativas", mas preferiu ter "especial intenção de ofender". Paulo Henrique Amorim ainda pode recorrer da decisão.

Por sinal, parece que PHA esta desequilibrado em algumas situações.... alguem por acaso ja entrou em seu site, o http://www.conversaafiada.com.br/?
O que mais me sugere o site, é uma guerra de trincheira da primeira guerra mundial, esta apelativo e transborda odio e raiva...

No inicio do governo Lula, PHA em seu site relizava analises tendenciosas, mas ao menos tinha aquele "ar intelectual" que a esquerda por sinal adora demonstrar, mas conforme escandalo vem, prisão vai, sujeira surge, o que se percebeu foi uma radicalização do site, entrei hoje no site e sabe o que encontrei? 30% de materias contra PSDB e denunciando o governo FHC, 30% ainda falando de PIG e das manobras da imprensa para ferrar o governo "progressivo" do PT e o resto são charges de gosto duvidoso.... ele sequer hoje disfarça que é adido petista, não fala nem critica qualquer outro assunto que nao seja ataques ao PSDB e defesa do PT, e ai que esta o maior erro extrategico do site.... não é o PSDB que esta indignado e revoltado com o PT.... é o pais, e não é pelo PIG, como ele adora afirmar, mas pelas provas que provam dia apos dia contra este governo corrupto e sujo, e por ai segue seu site.... numa guerra de trincheiras disparando contra o primeiro que aparece.... até parece o BRASIL 247....

A proposito...

Paulo Henrique Amorim faturou R$ 2,6 milhões dos governos petistas!!!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

João Santana: O marqueteiro das esquerdas sulamericanas esta preso

A influência de João Santana, marqueteiro do PT, não se deu apenas no Brasil. Em cinco anos, ele ajudou a eleger cinco presidentes latinos

O baiano teve a prisão decretada nesta segunda-feira na 23ª fase da operação Lava Jato, intitulada “Acarajé”. O Ministério Público Federal e a Polícia Federal investigam o suposto pagamento de cerca de US$ 7 milhões pela Odebrecht ao publicitário em contas secretas no exterior. Santana tem negado as acusações de ter valores não declarados no exterior.

Além da influência no Brasil, onde também ajudou a eleger Lula em 2002 – ainda como sócio de Duda Mendonça - e 2006, Santana exerceu um importante papel na eleição de candidatos da esquerda na América Latina, e se tornou um dos nomes por trás das eleições de presidentes do movimento que ficou conhecido como “onda rosa”.

Campanhas vitoriosas

Somente entre 2009 e 2014, assinou as campanhas vitoriosas de presidentes de esquerda latino-americanos. Antes disso, entre 2003 e 2007, já como sócio da empresa Pólis, ao lado de sua mulher, Mônica Moura, a carreira internacional começou na Argentina, e ele coordenou o marketing político de sete campanhas legislativas, municipais e governamentais entre 2003 e 2007.

Em 2009, foi o marqueteiro da vitória de Mauricio Funes, em El Salvador, que encerrou 20 anos da hegemonia da direita no país. Nessa campanha, Santana usou como uma das ferramentas a música brasileira, relembrando a década de 70, período em que atuou como compositor e agitador cultural ao lado de nomes como Caetano Veloso, Tom Zé e Gilberto Gil. Para Funes, Santana usou uma versão da música Canta Canta, Minha Gente, de Martinho da Vila, que logo se tornou a marca da vitória do então candidato.

No intervalo entre 2009 e 2012, além de ser o marqueteiro da campanha de Dilma Rousseff, ele também foi peça importante na eleição do primeiro mandato de Fernando Haddad (PT), na prefeitura de São Paulo, que colocou o Partido dos Trabalhadores de volta à liderança da principal capital do país depois de sete anos.

Em 2012, foram três campanhas: ajudou a reeleger Hugo Chávez, na Venezuela, e atuou como principal articulador da eleição de Danilo Medina na República Dominicana, que derrotou o ex-presidente do país, Hipólito Mejía. Fora da América Latina, ainda assinou a campanha de José Eduardo Santos, em Angola.

Santana teve um papel importante na vitória de Hugo Chávez para Presidência da Venezuela e, usando mais uma vez sua trajetória como músico, produziu a propaganda e o jingle da campanha, que exaltava o sentimento patriótico e emocional que também davam o tom das candidaturas assinadas por ele no Brasil.

Em 2013, João Santana voltou a atuar na Venezuela e contribuiu para a vitória do sucessor de Chávez, Nicolás Maduro. Em um vídeo assinado por ele, se evocava uma espécie de ressurreição do presidente morto, anunciando que ele “nasceria novamente”.

Naquele mesmo ano, ficou conhecido como uma espécie de “ministro” da presidente Dilma Rousseff e presente como conselheiro em momentos decisivos do mandato da petista, como a postura da líder frente à onda de manifestações nas ruas em 2013.

Em 2014, veio o primeiro revés depois de ter se tornado uma espécie de “guru” do marketing político na região. Apesar de manter uma equipe de mais de 30 pessoas na Cidade do Panamá e trabalhar por seis meses na campanha de José Domingos Arias, Santana não conseguiu eleger o candidato da esquerda, que perdeu a campanha para Juan Carlos Varela.

A derrota no Panamá seguiu uma vitória apertada na campanha presidencial no Brasil, quando Dilma Rousseff derrotou o candidato tucano em segundo turno, com 51,64% dos votos.


Lendo chego numa conclusão, será que absolutamente NADA da qual as esquerdas colocaram as mãos esta livre de corrupção, lavagem de dinheiro e ladroagem de modo geral?
Será que ABSOLUTAMENTE tudo na qual as esquerdas tocam vira merda?????
Dai quando vejo ainda manifestações em defesa da Dilma penso com meus botões:
- Existem muitos ai comprados por R$ 35,00 a cabeça, mas e o resto? O que mais é necessário acontecer para abrirem os olhos, que merda mais tem que ser jogada no ventilador para reconhecerem, qual desgraça deve haver para perceberem no que se meteram? Dai vejo apenas duas opções, a primeira, a ideologia deu lugar a religião..... ou o lugar foi dado para alguma patologia psicologica.... e uma coisa eu garanto, nuvens negras virão em volume cada vez maior....