sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EUA controlam todo o Oriente Médio, exceto Síria e Irã




Todos os países do Oriente Médio, exceto Síria, Irã e Líbano, estão sendo controlados pelos Estados Unidos, declarou um alto funcionário do Ministério da Defesa da Líbia em uma entrevista à Voz da Rússia, na condição de anonimato.

Segundo ele, as declarações do príncipe saudita, Bandar bin Sultan, que afirmou ter controlado os grupos de terroristas na Síria, incluindo chechenos, são verídicas.
No Ministério da Defesa da Líbia há rumores de que foi o próprio Bandar quem forneceu armas químicas aos rebeldes sírios, acrescentou a fonte.

Fonte:

Fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade

Caro Obama, fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade...
Dear Obama,make war for peace is like fucking for virginity name ...
Lieber Obama,den Krieg für den Frieden ist wie Ficken für Jungfräulichkeit Namen ...
Cher Obama,faire la guerre pour la paix est comme baiser pour le nom de la virginité ...
Estimado Obama,hacen la guerra por la paz es como follar por la virginidad nombre ...


Talves você devesse devolver esta medalha...ou agir um pouco mais como um nobel da paz!
Maybe you should return this medal ... or act a bit more like a nobel peace!
Vielleicht solltest du diese Medaille zurückkehren ...oder handeln ein bisschen mehr wie ein Friedensnobelpreis!
Peut-être que vous devriez retourner cette médaille ...ou agir un peu plus comme un Nobel de la Paix!
Tal vez debería volver esta medalla ... o actuar un poco más como un Nobel de la Paz!  

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Os Banksters....o que são?



O melhor exemplo da onda de indignação na Europa é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões

Meios de comunicação, dirigentes políticos e cidadãos europeus se voltam contra os banqueiros, acusando-os, no melhor dos casos, de serem cúmplices de inumeráveis operações ilegais, e, no pior, de diretamente serem criminosos. O melhor exemplo desta onda de indignação é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões. O termo, cunhado durante a crise econômica mundial conhecida como a Grande Depressão, dos anos 1920 e 1930, ressurgiu na mídia britânica em 2009, e apareceu agora na primeira página do jornal francês Libération.
Em um breve documento sobre política bancária divulgado no dia 21, o presidente do opositor Partido Social Democrata (SPD) da Alemanha, Sigmar Gabriel, acusou os banqueiros de “chantagearem governos e Estados com a ameaça de uma bancarrota com efeito dominó”, de “cumplicidade com atividades criminosas”, como evasão de impostos e lavagem de dinheiro, e de “prejudicarem seus próprios clientes”. Mesmo os analistas que atribuem intenções populistas às críticas de Gabriel concordaram que os diretores das grandes corporações financeiras privadas causaram grandes prejuízos ao seu negócio e aos seus clientes. A lista de queixas é longa.
Nos Estados Unidos, o banco HSBC é acusado de lavar dinheiro de narcotraficantes latino-americanos e de organizações islâmicas supostamente envolvidas em atividades terroristas. Em um comunicado divulgado no dia 17, o HSBC assume sua responsabilidade: “Houve ocasiões em que o banco não pôde cumprir com os padrões que esperam os reguladores e os clientes. Reconhecemos estes erros, respondemos por nossas ações e nos comprometemos a solucionar o que não funcionou bem”.
O chamado escândalo Libor (acrônimo em inglês de taxa interbancária oferecida de Londres) deixou clara a conivência de numerosas instituições internacionais, entre elas Barclays, Citigroup, JPMorgan Chase, UBS, Deutsch Bank, HSBC, para falsificar informação sobre as taxas de juros interbancárias para que os bancos centrais fizessem o mesmo com as suas. A taxa Libor é uma referência para o mercado monetário, fixada pela Associação de Banqueiros Britânicos. O escândalo fez com que reguladores britânicos e norte-americanos impusessem ao Barclays uma multa sem precedentes de US$ 450 milhões, e levou à aposentadoria forçada de seu diretor, Bob Diamond.
Além disso, as instituições financeiras se viram envolvidas em uma grande confabulação de evasão fiscal. A independente Rede de Justiça Fiscal, que investiga a evasão de impostos internacional e o papel dos bancos nos paraísos fiscais, estima que cerca de US$ 11,5 trilhões de ativos estão guardados em cofres de segurança, o que faz com que os Estados deixem de arrecadar aproximadamente US$ 250 bilhões por ano.
Por sua vez, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) destaca que “a evasão e a fraude fiscal colocam em risco a arrecadação dos Estados”, e recorda que o Senado dos Estados Unidos estima uma perda de US$ 100 bilhões por ano com evasão fiscal cometida por pessoas e empresas nesse país. “Em muitas nações, as quantias chegam a milhares de milhões de euros”, afirma a OCDE. “Isto significa menos recursos para infraestrutura e serviços, como educação e saúde, e prejudica os padrões de vida em economias desenvolvidas e em desenvolvimento”, ressalta.
Os ativos estão em paraísos fiscais, como os territórios britânicos Ilha de Man, Guernsey e Gibraltar, e nas Ilhas Cayman e similares, embora também em instituições financeiras que operam em cidades como Londres e Nova York, e, ainda, em países como Suíça, Cingapura e Mônaco. Os crimes financeiros ocorrem quando os países do Norte industrializado atravessam uma grave crise de dívida soberana que deixou muito deles na bancarrota.
O problema teve origem, ou, pelo menos, se agravou, com a crise financeira de 2007, precisamente porque os bancos ficaram à beira da falência e tiveram de ser resgatados pelos Estados para evitar a queda do sistema financeiro. No entanto, a ajuda só fez aumentar e mover uma crise financeira cíclica, e agora bancos espanhóis, gregos e cipriotas pedem ajuda dos governos nacionais, que sacrificam seus cidadãos reduzindo o gasto com serviços públicos básicos como educação, saúde e infraestrutura.
Tudo isso se faz para que os mercados financeiros internacionais continuem operando quase sem regulação, enquanto os “banksters” se atribuem salários principescos e bônus elevados. No dia 18, o jornal Libération revelou que, em 2011, apenas quatro grandes bancos franceses pagaram aos seus diretores 1,1 bilhão de euros (mais de US$ 1,3 bilhão) em bônus. A situação levou alguns políticos a reclamarem novas regulações e novos controles para os mercados financeiros.
O ministro da Economia da França, Pierre Moscovici, lançou uma reforma do setor com o objetivo de separar os bancos comerciais das instituições financeiras e limitar os salários dos diretores. Gabriel, do PSD, pediu um teto de salário e de bônus e a responsabilidade pessoal de presidentes, diretores-gerais e gerentes de bancos quando as perdas são causadas por transações especulativas de alto risco.
Medidas semelhantes foram propostas pela Comissão Independente para os Bancos (ICB), criada em 2010 para reformar o setor e promover a competição e a estabilidade financeira. Contudo, as ideias não foram totalmente consideradas pelo novo plano do governo para reestruturar o mercado financeiro, anunciado no começo deste mês, que, de todo modo, não será implantado antes de 2019.
De fato, a maioria das medidas discutidas na Alemanha, França e Grã-Bretanha está incluída no acordo da Basileia III, último pacto normativo internacional para reforçar e regular a estabilidade e a solvência do setor financeiro. A nova normativa do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, ainda em discussão, será aplicada passo a passo a partir de 2013 com vistas à sua total implantação em 2019.
Economistas independentes afirmam que a demora em fixar novos controles a um setor obviamente corrupto prova a falta de vontade política dos governos para chegar à raiz do problema. Segundo o economista francês Paul Jorion, “após cinco anos da pior crise financeira da história, todas as tentativas de regular os bancos e os fundos são letra morta”. Por outro lado, “a União Europeia e os governos continuam desregulando e deixando seus próprios cidadãos na miséria total”.

fonte:
http://revistaforum.com.br/blog/2012/07/quando-os-banqueiros-sao-banksters/ 

Com relação aos nossos Banksters Tupiniquins, uma reporter que sintetizou bem o que são e o que pensam foi Salete Lemos da Cultura (que por sinal perdeu o emprego por conta desta materia).

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Subserviencia e fraqueza do Brasil diante a Bolivia, quando o alinhamento ideologico fala mais alto...


O senador Roger Pinto Molina é um dos principais parlamentares de oposição ao governo do presidente boliviano, Evo Morales. Alegando perseguição política, desde 8 de junho de 2012 ele vivia na embaixada brasileira na Bolívia em condição de asilado.
A condição para deixar a Bolívia com destino ao Brasil era o presidente Evo Morales conceder um salvo-conduto, que é uma permissão dada a determinada pessoa para que ela transite pelo território com a segurança de não ser presa. A principal polêmica sobre o caso está no fato de Molina ter saído sem receber o salvo-conduto, com o apoio de autoridades brasileiras, e sobre a legitimidade de quem decidiu pela ação.
A fuga do político oposicionista para Brasília criou mais um impasse entre os dois países, que possuem um bom histórico de crises diplomáticas.
A chegada do PT ao poder marcou uma profunda mudança na diplomacia brasileira, com um alinhamento político ao terceiro mundo.
O ex-presidente Lula, por exemplo, defendeu o programa nuclear iraniano, condenado por praticamente todo o ocidente.
E sempre referendou as posições do caudilho Hugo Chavez.
O boliviano Evo Morales é tratado como parceiro preferencial do Brasil, apesar de criar embaraços e impor humilhações ao Palácio do Planalto.
Ele ampliou as áreas de cultivo de coca perto da fronteira e anistiou o mercado paralelo de carros usados, muitos deles roubados de brasileiros.
O governo boliviano também manteve 12 corintianos presos ilegalmente por cinco meses e meio em Oruro sem qualquer protesto do Itamaraty.
A advogada Maristela Basso, que atuou nesse caso, afirma que houve uma escandalosa subserviência.
No fim do ano passado, o avião em que Celso Amorim viajava foi revistado pelo Exército, inclusive com cães farejadores de drogas.
E agora, Evo Morales quer que o Brasil passe por cima dos tratados internacionais e extradite o senador Roger Pinto Molina.
Tudo isso aconteceu, segundo o historiador Marco Antonio Villa, por causa de um alinhamento ideológico.
Morales também expropriou uma refinaria da Petrobras e, ao invés de censura, recebeu afagos de Lula quando os militares tomaram as instalações, o nosso governo, não só desculpou a ação do vizinho – como quase pediu desculpas pelo incômodo.
Mas a subserviência de Brasília diante do governo Evo Morales nos reservaria outros episódios vergonhosos – como negociar o preço do gás atendendo mais aos interesses bolivianos do que aos brasileiros.
Ou como engolir o desrespeito de agentes de La Paz vasculhando o avião de autoridades brasileiras. Mas nessa já longa história de rendição aos desejos do presidente Morales, nada foi tão covarde como aceitar medrosamente que um salvo-conduto não fosse concedido ao ex-senador da oposição boliviana - finalmente resgatado graças a algumas ações individuais.
E só falta agora extraditá-lo para completar o descalabro. Além da humilhante posição brasileira em si, nosso país se constrangeu também pela traição de uma história ética e humanitária que sempre marcou o Itamaraty, sendo que  durante reunião da Cúpula Mercosul, os presidentes dos países membros do bloco regional aprovaram um documento determinando que os estados membros não podem “impedir a implementação” do direito de asilo.
Como disse o próprio advogado do senador boliviano: "É uma pena essa politização toda, porque a discussão técnica e jurídica se perde em meio a tudo isso", novamente a ideologia partidaria a frente do interesse nacional e mesmo da justiça, o mesmo tipo de pensamento ideologico que deu asilo politico a Cesare Battisti.
O Itamaraty que era um orgulho para os brasileiros. Agora, é uma vergonha.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Indymedia, CMI, Black-Bloc e Soros... PARTE.3

..e estou vindo atrás de quem engana o povo por motivos torpes,
o povo deve acordar e se rebelar, porem sem medo e sabendo da verdade.

Por falar em amigos deixe-me apresentar um belo grupo, que inclusive participaram como co-autores juntos de Silvio Rhatto e Mr.Skarnio de um livro sobre anarquismo.....

Clique no livro para download..
O livro ao lado possui um link clicando sobre ele para download... pelo site
https://pimentalab.milharal.org, ahh.... milharal.org....aonde já vi este endereço?
Ah como sou esquecido, é apenas mais uma organização dom registro na famigerada rua Bernhard-Nocht Str 26, e hospedado em servidor norte-americano....(que surpresa afinal!)

 Sabem o numero de telefone para contato? Pertence ao Sr. Rafael Juba
que tambem atende pelo e-mail rafael@riseup.net e é colaborador do CMI, outra novidade..(http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-brasil-processo/2007-August/0803-ih.html)


 https://milharal.org/

Domain ID:D125319215-LROR
Domain Name:MILHARAL.ORG
Created On:01-Jul-2006 18:32:32 UTC
Last Updated On:15-May-2013 22:39:33 UTC
Expiration Date:01-Jul-2014 18:32:32 UTC
Sponsoring Registrar:Gandi SAS (R42-LROR)
Status:CLIENT TRANSFER PROHIBITED
Registrant ID:GM7036-GANDI
Registrant Name:Grupo Milharal
Registrant Organization:Grupo Milharal
Registrant Street1:Bernhard-Nocht Str 26
Registrant City:Hamburg
Registrant State/Province:
Registrant Postal Code:20359
Registrant Country:DE
Registrant Phone:+55.1198728111
Registrant Email: @contact.gandi.net

Assim como o outro grupo que tem o endereço de....adivinhem!, tambem com o telefone do Rafael Juba e hospedado tambem em servidor norte americano:

http://guardachuva.org/

Domain ID:D107890626-LROR
Domain Name:GUARDACHUVA.ORG
Created On:20-Oct-2005 19:13:16 UTC
Last Updated On:15-May-2013 22:39:21 UTC
Expiration Date:20-Oct-2014 19:13:16 UTC
Sponsoring Registrar:Gandi SAS (R42-LROR)
Status:CLIENT TRANSFER PROHIBITED
Registrant ID:GG4876-GANDI
Registrant Name:Grupo Guardachuva
Registrant Organization:Grupo Guardachuva
Registrant Street1:Bernhard-Nocht Str 26
Registrant City:Hamburg
Registrant State/Province:
Registrant Postal Code:20359
Registrant Country:DE
Registrant Phone:+55.1198728111
Registrant Email:

Esta teia cresce a olhos vistos, como diria o adagio popular não? Nossa amiga Dorothea tem muito amigos não?

Bem este livro (movimento em marcha) ainda tem textos de outros colaboradores do CMI:


Prof. Pablo Ortellado
professor do curso de Gestão de Políticas Públicas e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Culturais da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo(USP). Em 2012 ministra a disciplina "Políticas Culturais" que participa do projeto Wikipédia na Universidade. Todos sabem inclusive que o MPL iniciou-se na USP não? Para ser mais exato na fflch, aonde nosso caro professor minista aulas... será que nosso mestre conhece os invasores de reitoria e os herois que defendem que policia não deve entrar jamais no campus?

Felipe Corrêa.
É militante da Federação Anarquista do Rio de Janeiro (FARJ) e estudioso sobre o anarquismo, e adivinhem que foi o coordenador dele em sua tese de pos-graduacao? nosso ilustre Prof.Ortellado!!!!
Devo admitir li todo todo o tcc de pos dele, li o livro acima citado, e mais alguns textos, incluindo mikhail bakunin, ele realmente conhece anarquismo a fundo...
Tese de pos-graduação sobre anarquismo de Felipe Correa....

Agora, o curioso, vocês fazem ideia da localização do site principal da indymedia?
A sede da "Associacao Brasileira Pela Democratizacao da Comunicacao e pela Liberdade de Expressao", mais conhecida pelo seu endereço virtual "www.indymedia.org", se localiza simplesmente...no Brasil, sem registro na Alemanha, e hospedado em servidor Frances:

http://www.indymedia.org

Domain ID:D11766162-LROR
Domain Name:INDYMEDIA.ORG
Created On:27-Oct-1999 20:24:39 UTC
Last Updated On:02-Jun-2011 01:36:01 UTC
Expiration Date:27-Oct-2014 20:24:39 UTC
Sponsoring Registrar:Gandi SAS (R42-LROR)
Status:CLIENT TRANSFER PROHIBITED
Registrant ID:0-1488321-GANDI
Registrant Name:IMC Tech
Registrant Organization:IMC
Registrant Street1:Rua Aldo Oliveira Barbosa, 72
Registrant Street2:Parque das Universidades
Registrant Street3:MunicApio de Campinas
Registrant City:Sao Paulo
Registrant Postal Code:13086-030
Registrant Country:BR
Registrant Phone:+55.119491645
Registrant Email: @ contact.gandi.net


Endereço da Indymedia, Rua Aldo Oliveira Barbosa, 72, sem identificacao alguma e extremamente escondido

Continuamos na Parte 4...