domingo, 6 de outubro de 2013

EUA atacaram a Siria, a Russia revidou, e ninguem comentou.....



Os Estados Unidos atacaram a Síria em 3 de setembro, mas a Rússia impediu que os mísseis atingissem Damasco. Foi aí que começou o xeque-mate ao governo Obama e aos neoconservadores belicistas que o controlam

Eram exatamente 10h16 da manhã de terça-feira, 3 de setembro, quando os radares da estação de Armavir, na Rússia, detectaram "dois objetos balísticos" voando na direção do mar Mediterrâneo.  Não demorou muito para o Ministério da Defesa de Israel primeiro negar, mas depois assumir ter testado mísseis usados como alvos para um sistema antimísseis financiado pelos Estados Unidos. Tratava-se apenas de um exercício militar sem maiores consequências: os mísseis caíram no Mediterrâneo e tudo ficou por isso mesmo.

O assunto continuaria assim, encerrado, se o jornalista Daoud Rammal, do jornal libanês As-Safir, não tivesse veiculado uma notícia que, de tão importante, foi republicada por outro jornal libanês, o Al-Manar.   Rammal revelou que uma fonte diplomática bem-informada contou a verdadeira história do lançamento dos dois mísseis na manhã de 3 de setembro.

Segundo essa fonte, eles saíram de uma base militar da OTAN situada na  Espanha e foram detectados de imediato pelos radares russos, que cobrem uma vasta área, da Europa ao Irã. Esse foi o primeiro movimento do ataque militar dos Estados Unidos à Síria, uma guerra que teria sido iniciada na manhã daquele 3 de setembro caso não existisse uma "pedra" - ou melhor, um eficaz sistema antimísseis - no meio do caminho: o da Rússia.

O sistema de defesa russo interceptou os dois mísseis estadunidenses, impedindo que atingissem Damasco, a capital síria. Um deles explodiu no ar e outro foi desviado para o mar. A explicação dada por Israel não passou de cortina de fumaça para proteger seu maior aliado, os Estados Unidos - que, de acordo com o diplomata, pediu o favor às autoridades israelenses.

Naquela manhã, o ministro da Defesa russo deu uma declaração pública omitindo dois pontos fundamentais: de onde tinham vindo os mísseis e para onde se dirigiam. Essa omissão teve dois objetivos, disse o chefe de inteligência russo a seu colega americano numa comunicação feita um momento depois de o ataque contra a Síria ter sido lançado - e interceptado. "Atacar Damasco é atacar Moscou", disse o oficial russo. "Omitimos a verdade em nossa declaração oficial para preservar as relações entre nosso país e os Estados Unidos e para evitar a guerra. Portanto, vocês devem reconsiderar agora mesmo suas políticas, abordagens e intenções em relação à crise síria, assim como podem estar certos de que não conseguirão eliminar nossa presença no Mediterrâneo".

Foi nesse momento que o governo dos Estados Unidos pediu que Israel se responsabilizasse pelo lançamento dos foguetes - e que, literalmente, perdeu o chão. Obama estava certo de que renderia Bashar al-Assad, presidente da Síria, e pretendia ir ao G20, na Rússia, para negociar com Vladimir Putin o destino de Assad. Em vez disso, foi obrigado a pedir o apoio das nações presentes ao encontro para atacar a Síria, quando, na verdade, sabia que isso não o livraria do xeque-mate russo. Cientes do episódio no Mediterrâneo, os aliados de sempre negaram ajuda aos Estados Unidos, e o Parlamento britânico se colocou contra a aliança David Cameron-Barack Obama para intervir militarmente na Síria.
A estratégia russa provocou total confusão no governo estadunidense, que ficou sem saber o que fazer. Sem apoio internacional e com os sistemas de defesa russos impedindo que seus mísseis alcançassem a Síria, os Estados Unidos entrariam numa guerra perdida de antemão. Mas, se não entrassem, teriam sua imagem abalada com o não cumprimento da promessa de declarar guerra à Síria pela ultrapassagem da "linha vermelha", representada por um ataque com armas químicas que o governo sírio não realizou e que, hoje, é alvo de dúvidas sobre se realmente aconteceu nas proporções em que os Estados Unidos afirmam que aconteceu.

Mais uma vez a Rússia, dessa vez acompanhada pela Síria, se mobilizou para tirar o governo estadunidense do limbo. A proposta da colocação do arsenal químico sírio sob controle internacional, para posterior destruição, foi o gongo que salvou Obama da lona. Mas, obviamente, não evitou o nocaute. Por isso o presidente dos Estados Unidos baixou o tom, mandou John Kerry à mesa de negociações com o russo Sergey Lavrov e tratou de acalmar os ânimos dos congressistas que queriam votar a favor da guerra contra a Síria.

Agora falta decidir o que fazer com os países que insistem em continuar armando os milhares de mercenários terroristas que lutam contra o povo sírio e que não vão aceitar, de uma hora para outra, a perda do emprego. Também falta decidir como retomar as armas químicas que foram entregues a eles e que são um risco potencial para o mundo. Sobretudo falta convencer os sionistas de Israel e dos Estados Unidos de que o belicismo não leva a nada. Como mostrou Pepe Escobar em seu artigo de ontem no Asia Times Online enquanto os sionistas e seus aliados tiram o sono do mundo para tomar à força as riquezas do Oriente Médio, a China vai tecendo uma megazona de livre-comércio na antiga rota da seda, rica em óleo e gás, com parceiros como Rússia e Irã. Sem disparar um único tiro.
Em tempo: Vladimir Putin, é mestre de xadrez, e considerado um dos mais brilhantes.
.
Fontes:
  1. http://port.pravda.ru/russa/16-09-2013/35292-nocaute_imperio-0/
  2. http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE98202420130903
  3. http://www.almanar.com.lb/english/adetails.php?eid=110043&cid=31&fromval=1&frid=31&seccatid=71&s1=1
  4. http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/MID-04-130913.html

11 de Setembro - nada era como aparentava....


O ataque as torres gemeas do "World Trade Center", comoveu o mundo, porem foi um pretexto perfeito para que os EUA tivessem "direito moral" de colocar em pratica um plano denominado de "Guerra ao terror" que na pratica o liberava para atacar e invadir qualquer pais, em prol da guerra santa contra o terror, e domesticamente, amordaçar a Constituição com a "Lei patriotica"... Nascia um estado policial perfeito, poderia prender sem motivos legais, intervir em paises extrangeiros sem motivos concretos e por tabela ter acesso aos enormes recursos naturais de nações como o Iraque... sempre aplaudido pelo mundo, no melhor sentido "Capitão america", porem quando menos se espera....

 Mas quando o investigador Cientista Larry Silverstein encontra explosivos em destroços do World Trade Center cai por terra a ideia de que o ataque foi terrorista.

Uma equipe de oito pesquisadores liderados pelo professor Niels Harrit da Universidade de Copenhaguem (Dinamarca), comprovaram a existência de explosivos altamente tecnológicos em amostra dos escombros das torres gémeas.
Essa pesquisa veio a confirmar um trabalho semelhante previamente executado pelo professor Steven Jones nos Estados Unidos.
Com esta descoberta explica-se a queda livre dos prédios num processo de demolição implosiva controlada. Os aviões não poderiam derrubar as torres gémeas devido à temperatura do combustível não ser suficiente para derreter aço.
O impacto também não pode ter afectado a estrutura no nível afirmado pelo governo americano, uma vez que o prédio foi desenhado para suportar aviões daquele tamanho. O ferro derretido na base dos prédios ficou vivo por várias semanas.
E nos três meses seguintes, fotos infravermelhas de satélites mostraram bolsões de alto calor nas três torres.
Larry Silverstein comprou o leasing do WTC entre 2000 e 2001, dois meses antes do “ataque”, tendo contratado um seguro para os prédios no valor de dois bilhões de dólares contra ataque terrorista.
Na opinião dos investigadores da Universidade de Copenhague, o ataque às torres gémeas serviu para “criar ódio contra os árabes e fomentar as guerras americanas na saga pelo petróleo e a hegemonia Israelita no Médio Oriente”.
Ainda segundo os mesmos investigadores, “existem evidências de que agentes da Mossad (serviços secretos externo de Israel), foram capturados no mesmo dia na posse de explosivos. Todos foram libertados pelo FBI”.





O processo contra a BBC e o controle americano sobre a midia mundial.

Um britânico se recusou a pagar a TV a cabo, alegando que a BBC deturpou fatos sobre o 11/9, indicando sua cumplicidade no ataque. Para provar, apresentou ao júri o vídeo em que a BBC reporta a queda da Torre 7 do World Trade Center 20 minutos antes de ele realmente cair. Isso mesmo: a reporter está lá, falando sobre o prédio que caiu, enquanto ele ainda está em pé, atrás dela. Este vídeo já é famoso entre os pesquisadores, mas, por razões óbvias, não teve toda a visibilidade que deveria.
Caso algumas pessoas não saibam, não foram só as Torres Gêmeas que caíram no 11/9: a Torre 7, do mesmo complexo, também caiu no mesmo dia, sem que fosse atingida por aviões.

Resultado: Tony Rooke, o britânico, foi considerado inocente e não teve que pagar a multa, em mais uma vitória pela verdade sobre o 11/9.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Indymedia, CMI, Black-Bloc e Soros... PARTE.1

(revisao 1)


Grupos extremamente organizados de estudantes de classes media-alta, com grande capacidade de mobilização, recursos e conhecimento na área tecnológica, capital de investimento e normalmente lutando por causas pequenas ou mesmo sem base suficiente de razão. Vocês conhecem este roteiro?
Eu conheço e tambêm me perguntei sobre tudo isto...vos exponho as respostas....o juizo delas deixo a voces fazerem....
Destes grupos destaco os principais que atuam na area de midia social (veiculos formadores de opinião como dizem), são eles MPL e INDYMEDIA/CMI.,
Neste momento me dedicarei a explorar a verdadeira rede bem arquitetada por trás da Indymedia/CMI.



Do próprio site www.cmi.org:
"O CMI Brasil é uma rede de produtores independentes de mídia que busca oferecer ao público informação alternativa e crítica de qualidade que contribua para a construção de uma sociedade livre, igualitária e que respeite o meio ambiente".
Ou do Wikipedia:
"O Centro de Mídia Independente (CMI), também chamado de Indymedia, é uma rede internacional formada por produtores e produtoras de informação caracterizada principalmente como de ordem política e social que se autodeclaram livres e independentes de quaisquer interesses empresariais ou governamentais". 
E para compelar "O CMI afirma ser parcial e apresenta uma filosofia anticapitalista".

Aqui percebemos duas coisas estranhas, a primeira como é obvio é o fato de ser PARCIAL...uma midia indepedente porem PARCIAL, existe realmente indepedencia plena com PARCIALIDADE? quando somos parcial seja a uma ideia ou grupo, passamos a não ter dependencia daquela ideia ou grupo e começamos a viver numa falácia. Mas este nem o ponto principal, as revistas Veja e Carta Capital já são por demais parciais, cada um a teu lado.
A principal "coisa" estranha seria o site de produtores independentes do Brasil tem um DNS...extrangeiro, ou alguem ve o .br no final do link do site?
A curiosidade me dominou neste ponto e atraves do Whois (), fui verificar em nome de quem esta registrado este link, quem seria o responsavel pelo site, a resposta:

www.midiaindepedente.org

Domain ID:D63671519-LROR
Domain Name:MIDIAINDEPENDENTE.ORG
Created On:22-Feb-2001 19:19:23 UTC
Last Updated On:02-Aug-2013 00:20:20 UTC
Expiration Date:22-Feb-2015 19:19:23 UTC
Sponsoring Registrar:PSI-USA, Inc. dba Domain Robot (R68-LROR)
Status:OK
Registrant ID:ABM-12161952
Registrant Name:Dorothea Schmidt
Registrant Organization:midiaindependente.org
Registrant Street1:Bernhard-Nocht-Strasse 26
Registrant City:Hamburg
Registrant State/Province:Hamburg
Registrant Postal Code:20359
Registrant Country:DE
Registrant Phone:+49.04043189462
Registrant Email: hostmaster@nadir.org


Este e-mail para contato 'hostmaster@nadir.org' foi alterado possivelmente devido a repercussão do meu blog, e deixa claro o nivel de 'cara-de-pau' das pessoas da qual estamos falando, bem atualmente o e-mail de contato consta como 'email@midiaindependente.org' porem se quiserem ver o antigo sempre podem entrar no site http://who.pho.to/dorothea_schmidt_midiaindependenteorg/ e conferir como era anteriormente...

Voltanto... o site de produtores brasileiros que visa "oferecer ao público informação alternativa e crítica de qualidade que contribua para a construção de uma sociedade livre", nao esta registra no Brasil e nem tem como responsavel um brasileiro?
OK, não adianta procurar pelo responsavel, na Alemanha existem Dorotheas Schmidt em excesso, vejamos entao o segundo ponto: o Endereço.


A misteriosa Bernhard-Nocht-Strasse 26
 
O simbolo do movimento OKUPA
Bernhard Nocht Strasse em St.Pauli (Hamburgo) é o centro de uma região conturbada na Alemanha, durante os anos 80 houveram invasoes em casarões abandonados, por membros do que seria o movimento OKUPA
Okupa prega o ato de ocupar um espaço ou construção, abandonada ou desabitada, sem permissão de seus proprietários legais, não para transformá-lo numa propriedade privada, a ser alugada ou vendida, mas com o objetivo de criar uma esfera de sociabilidade e vivência libertária. Apos muitas manifestações, prisoes e destruição (na qual outro movimento viu sua genese....o BLACK BLOC), as coisas se normalizaram por la, e hoje em dia a area é auto-gerida pelo movimento que o ocupou, basicamente OKUPA e BLACK BLOC.

Nossa Dorothea portanto deve ser membro de um deles ou de ambos, a proposito nem tente ver a rua pelo Google Street View.... foi solicitado que o GOOGLE deixa-se a foto da fachada embaçada por conta da politica de privacidade do GOOGLE, do que tem medo nossos amigos?

Pronto, sabemos que nosso site esta registrado por uma tal Dorothea Schmidt no endereço conturbado da Hafenstraße, casa do OKUPA e do Black Bloc(que por sinal tambem esta dando sinais de vida aqui no Brasil), porem algo mais nos chama a atençao, o e-mail fornecido por ela....hostmaster@nadir.org, ela pertence a uma organizacao que quando procuramos encontramos algo interessante:

www.nadir.org

Domain ID:D2771045-LROR
Domain Name:NADIR.ORG
Created On:14-Jan-1995 05:00:00 UTC
Last Updated On:14-Jan-2013 01:21:00 UTC
Expiration Date:13-Jan-2014 05:00:00 UTC
Sponsoring Registrar:PSI-USA, Inc. dba Domain Robot (R68-LROR)
Status:CLIENT TRANSFER PROHIBITED
Registrant ID:ABM-11200617
Registrant Name:Henrique Schaer
Registrant Street:Rua Republica  Dominicana 373
Registrant City:Sao Paulo - SP
Registrant State/Province:SP
Registrant Postal Code:05691-030
Registrant Country:BR
Registrant Phone:+55.1137580593
Registrant FAX:+55.1137580593
Registrant Email:nadir@nadir.org

Brasil, em nome de Henrique Schaer (possivelmente descendente de alemães pelo nome) e com endereço na região mais nobre da cidade de São Paulo, aonde o metro quadrado custa a bagatela de R$ 14.500,00....que curioso para uma organização anti-capitalista não?

A Luxuosa mansão aonde esta registrado o NADIR....


Continuamos na parte.2...

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Siria: EUA os autores da crise...



Estamos num momento curioso, com os EUA liderados pelo premio Nobel da Paz, Barack Obama, querendo a todo custo atacar a Síria, mesmo contra a decisão do conselho de segurança não autorizando, tendo uma forte reação contraria internacional (Russia e China entre outros) e contra a vontade de 70% dos americanos....
Os falcões americanos informam que possuem provas contundentes de que não apenas armas químicas foram utilizadas mas que o autor de seu uso foi o presidente Assad, e que os EUA teriam obrigação moral de não permitir que o governo sírio continuasse a produzir e utilizar armas químicas e as utilizarem, mesmo que estas não ameacem ou mesmo sejam utilizadas contra os EUA, reafirmando a visão de "Xerife" do mundo...algo que John Wayne se orgulharia de escutar (na realidade esta e uma prova do assim chamado "destino manifesto" ainda em vigor no governo americano).
A Russia então exigiu que os EUA apresenta-se as tão propagadas provas, ao que estranhamente o governo americano não fez, ficou algo dúbio, se por sua vez o governo pregava a invasão da Síria palpado em PROVAS IRREFUTÁVEIS, por outro lado, estas provas não eram apresentadas ao mundo, atitude semelhante por sinal as "PROVAS IRREFUTÁVEIS" de armas de destruição em massa no Iraque de Saddam Hussein.
Assad pode ser um ditador de uma minoria Alauita, que não representa a maioria do povo sírio, podem acusa-lo de varias coisas, porem nao se pode afirmar que foi ele o autor do ataque com armas químicas a civis na Síria (o ataque houve realmente conforme inclusive os inspetores da ONU), porem o real responsável e os autores são outros.
Quando começaram os primeiros passos de uma "primavera Síria", os EUA através da CIA, começaram a armar, treinar e recrutas mercenários junto com agentes israelenses, financiados pelo governo da Arabia Saudita (conforme o jornal britânico "the times"), e treinados na Jordânia, por incrível que pareça um dos principais apoiadores para isto foram os árabes sauditas, como a monarquia saudita tenta empurrar Washington há vários meses para que lance uma intervenção militar contra a Síria, o chefe de inteligência da Arábia Saudita, Bandar Bin Sultan, realizou varias visitas contínuas à Washington para incentivar a invasão (entendemos porque EUA e Israel gostariam do ataque, mas nos faz pensar muito os motivos da Arabia Saudita...que por coincidencia é o berço do Al Qaeda, que ate hoje se analisarmos friamente mais ajudou do que prejudicou os EUA, pois permitiu aos EUA ter liberdade e poder de atuacao que jamais teria antes a ponto de colocar o ato patriótico a frente da própria constituicao).
Quase desde que começou o conflito, em março de 2011, as autoridades sírias culparam a Arábia Saudita, assim como o Catar e a Turquia, entre outros países, de apadrinhar de forma aberta os grupos que querem o que chamam de 'mudança de regime em Damasco'.



Manifestacao de militares americanos...


OBSERVACAO IMPORTANTE:


Entre 50 e 80% dos opositores armados são militantes da rede terrorista Al Qaeda(entenderam as entrelinhas?) e de outras entidades fundamentalistas como a Frente Al-Nusra, que defendem a destruição do Estado laico sírio e a imposição de um califado regido pela xaria ou lei islâmica, inclusive existe um movimento de militares americanos colocando inclusive fotos na web (vide abaixo), dizendo-se contra a lutar JUNTO com a Al-Qaeda para derrubar o governo Sírio.... DESDE QUANDO OS EUA E A AL QAEDA SÃO ALIADOS? Sera que da época do 9/11.....?

Ainda que entranhamento com quase nenhum destaque na imprensa internacional, que replicou de maneira imediata o hipotético ataque químico perto de Damasco no passado dia 21 de agosto - uma recente investigação de uma jornalista norte-americana revelou que a mão do chefe da inteligência saudita poderia estar por trás do controverso ataque, do qual tentam incriminar as autoridades sírias, Dale Gavlak, correspondente da agência norte-americana Associated Press, explicou dias atrás que a morte de civis em Ghouta Oriental foi devido a uma má manipulação de agentes tóxicos em poder de grupos mercenários, e para fechar com chave de ouro, depois de múltiplas entrevistas com residentes e irregulares da região, a repórter revelou também que as armas letais foram enviadas por coordenação de Bandar Bin Sultan(o mesmo Bandar Bin Sultan que vivia em contato com a CIA).
As armas, algumas "com uma estrutura de cano" e outras como "uma enorme garrafa de gás", segundo detalhou a reportagem, estavam destinadas inicialmente ao Frente Al-Nusra, derivação da rede terrorista Al Qaeda nesta nação do Levante.

"No entanto, a facção menos experiente com esse tipo de armas as recebeu, manipularam as armas de maneira errada e deram lugar às explosões, detalhou.
Não nos disseram que tipo de armas eram, nem como usá-las, reclamou uma combatente à correspondente, que a chama de "K".
Não podíamos imaginar que eram armas químicas. Quando o príncipe Bandar (chefe da Inteligência saudita) entrega essas armas, deveria entregar a quem sabe usar, reclamou".
E ainda... depois do acordo entre Russia e EUA, sobre estas armas químicas, a Arabia contrariada pede agora, que a ação internacional contra a Siria não se limite apenas a "armas químicas" e "fortalecimento do apoio internacional à oposição síria para que possa enfrentar os ataques do regime, cuja obstinação serve aos interesses dos movimentos extremistas", a obstinação pela patria de Bin Laden é idêntica a dos EUA e supera mesmo a de Israel....e me pergunto o porque? com certeza direitos humanos para o pais das Burgas não convence...

OBSERVACAO IMPORTANTE:

Domênico Quirino
Há exatamente 25 anos durante a guerra Ira-Iraque, os EUA apoiou o ataque químico por parte do Iraque contra o Iran.
O jornal britânico Daily Mail em janeiro de 2013, publico uma noticia interessante:
"E-mails comprovam que Obama autorizou ataque com armas químicas e o genocídio na Síria"
Rapidamente a noticia foi retirada da Web, porem segue abaixo a noticia Hackeada...




QUEM REALMENTE AGE DE FORMA DESUMANA NA SÍRIA?

A maioria dos "rebeldes sírios" não passam de mercenários contratados, isto contribui para que suas atitudes beiram a crueldade extrema, não que o governo sírio também não cometa crueldades, porem a imagem que estão nos passando são que os rebeldes seriam os "bons" da equaçao:
Vejam por exemplo o caso do jornalista italiano Domênico Quirino que foi tratado como um animal e submetido a dois simuladores de execução durante os cinco meses que ficou refém dos rebeldes na Síria, ou o caso do professor e escritor belga Pierre Piccinin da Prata, libertado do cativeiro dos rebeldes sírios.

 

“Considero um dever moral dizer isso. Não foi o governo de Bashar al-Assad quem usou gás sarin ou outro gás nos subúrbios de Damasco”, afirmou Piccinin, referindo-se às declarações de seus captores(reafirmando o que eu já disse).




Isto sem falar na execução dos soldados sírios que caem nas mãos dos "bons" rebeldes....

 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

EUA controlam todo o Oriente Médio, exceto Síria e Irã




Todos os países do Oriente Médio, exceto Síria, Irã e Líbano, estão sendo controlados pelos Estados Unidos, declarou um alto funcionário do Ministério da Defesa da Líbia em uma entrevista à Voz da Rússia, na condição de anonimato.

Segundo ele, as declarações do príncipe saudita, Bandar bin Sultan, que afirmou ter controlado os grupos de terroristas na Síria, incluindo chechenos, são verídicas.
No Ministério da Defesa da Líbia há rumores de que foi o próprio Bandar quem forneceu armas químicas aos rebeldes sírios, acrescentou a fonte.

Fonte:

Fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade

Caro Obama, fazer guerra em nome da paz, é como transar em nome da virgindade...
Dear Obama,make war for peace is like fucking for virginity name ...
Lieber Obama,den Krieg für den Frieden ist wie Ficken für Jungfräulichkeit Namen ...
Cher Obama,faire la guerre pour la paix est comme baiser pour le nom de la virginité ...
Estimado Obama,hacen la guerra por la paz es como follar por la virginidad nombre ...


Talves você devesse devolver esta medalha...ou agir um pouco mais como um nobel da paz!
Maybe you should return this medal ... or act a bit more like a nobel peace!
Vielleicht solltest du diese Medaille zurückkehren ...oder handeln ein bisschen mehr wie ein Friedensnobelpreis!
Peut-être que vous devriez retourner cette médaille ...ou agir un peu plus comme un Nobel de la Paix!
Tal vez debería volver esta medalla ... o actuar un poco más como un Nobel de la Paz!  

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Os Banksters....o que são?



O melhor exemplo da onda de indignação na Europa é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões

Meios de comunicação, dirigentes políticos e cidadãos europeus se voltam contra os banqueiros, acusando-os, no melhor dos casos, de serem cúmplices de inumeráveis operações ilegais, e, no pior, de diretamente serem criminosos. O melhor exemplo desta onda de indignação é o uso da palavra “bankster”, combinação de “banker” (banqueiro, em inglês) e gângster, inclusive utilizada pelos meios de comunicação de países não anglo-saxões. O termo, cunhado durante a crise econômica mundial conhecida como a Grande Depressão, dos anos 1920 e 1930, ressurgiu na mídia britânica em 2009, e apareceu agora na primeira página do jornal francês Libération.
Em um breve documento sobre política bancária divulgado no dia 21, o presidente do opositor Partido Social Democrata (SPD) da Alemanha, Sigmar Gabriel, acusou os banqueiros de “chantagearem governos e Estados com a ameaça de uma bancarrota com efeito dominó”, de “cumplicidade com atividades criminosas”, como evasão de impostos e lavagem de dinheiro, e de “prejudicarem seus próprios clientes”. Mesmo os analistas que atribuem intenções populistas às críticas de Gabriel concordaram que os diretores das grandes corporações financeiras privadas causaram grandes prejuízos ao seu negócio e aos seus clientes. A lista de queixas é longa.
Nos Estados Unidos, o banco HSBC é acusado de lavar dinheiro de narcotraficantes latino-americanos e de organizações islâmicas supostamente envolvidas em atividades terroristas. Em um comunicado divulgado no dia 17, o HSBC assume sua responsabilidade: “Houve ocasiões em que o banco não pôde cumprir com os padrões que esperam os reguladores e os clientes. Reconhecemos estes erros, respondemos por nossas ações e nos comprometemos a solucionar o que não funcionou bem”.
O chamado escândalo Libor (acrônimo em inglês de taxa interbancária oferecida de Londres) deixou clara a conivência de numerosas instituições internacionais, entre elas Barclays, Citigroup, JPMorgan Chase, UBS, Deutsch Bank, HSBC, para falsificar informação sobre as taxas de juros interbancárias para que os bancos centrais fizessem o mesmo com as suas. A taxa Libor é uma referência para o mercado monetário, fixada pela Associação de Banqueiros Britânicos. O escândalo fez com que reguladores britânicos e norte-americanos impusessem ao Barclays uma multa sem precedentes de US$ 450 milhões, e levou à aposentadoria forçada de seu diretor, Bob Diamond.
Além disso, as instituições financeiras se viram envolvidas em uma grande confabulação de evasão fiscal. A independente Rede de Justiça Fiscal, que investiga a evasão de impostos internacional e o papel dos bancos nos paraísos fiscais, estima que cerca de US$ 11,5 trilhões de ativos estão guardados em cofres de segurança, o que faz com que os Estados deixem de arrecadar aproximadamente US$ 250 bilhões por ano.
Por sua vez, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE) destaca que “a evasão e a fraude fiscal colocam em risco a arrecadação dos Estados”, e recorda que o Senado dos Estados Unidos estima uma perda de US$ 100 bilhões por ano com evasão fiscal cometida por pessoas e empresas nesse país. “Em muitas nações, as quantias chegam a milhares de milhões de euros”, afirma a OCDE. “Isto significa menos recursos para infraestrutura e serviços, como educação e saúde, e prejudica os padrões de vida em economias desenvolvidas e em desenvolvimento”, ressalta.
Os ativos estão em paraísos fiscais, como os territórios britânicos Ilha de Man, Guernsey e Gibraltar, e nas Ilhas Cayman e similares, embora também em instituições financeiras que operam em cidades como Londres e Nova York, e, ainda, em países como Suíça, Cingapura e Mônaco. Os crimes financeiros ocorrem quando os países do Norte industrializado atravessam uma grave crise de dívida soberana que deixou muito deles na bancarrota.
O problema teve origem, ou, pelo menos, se agravou, com a crise financeira de 2007, precisamente porque os bancos ficaram à beira da falência e tiveram de ser resgatados pelos Estados para evitar a queda do sistema financeiro. No entanto, a ajuda só fez aumentar e mover uma crise financeira cíclica, e agora bancos espanhóis, gregos e cipriotas pedem ajuda dos governos nacionais, que sacrificam seus cidadãos reduzindo o gasto com serviços públicos básicos como educação, saúde e infraestrutura.
Tudo isso se faz para que os mercados financeiros internacionais continuem operando quase sem regulação, enquanto os “banksters” se atribuem salários principescos e bônus elevados. No dia 18, o jornal Libération revelou que, em 2011, apenas quatro grandes bancos franceses pagaram aos seus diretores 1,1 bilhão de euros (mais de US$ 1,3 bilhão) em bônus. A situação levou alguns políticos a reclamarem novas regulações e novos controles para os mercados financeiros.
O ministro da Economia da França, Pierre Moscovici, lançou uma reforma do setor com o objetivo de separar os bancos comerciais das instituições financeiras e limitar os salários dos diretores. Gabriel, do PSD, pediu um teto de salário e de bônus e a responsabilidade pessoal de presidentes, diretores-gerais e gerentes de bancos quando as perdas são causadas por transações especulativas de alto risco.
Medidas semelhantes foram propostas pela Comissão Independente para os Bancos (ICB), criada em 2010 para reformar o setor e promover a competição e a estabilidade financeira. Contudo, as ideias não foram totalmente consideradas pelo novo plano do governo para reestruturar o mercado financeiro, anunciado no começo deste mês, que, de todo modo, não será implantado antes de 2019.
De fato, a maioria das medidas discutidas na Alemanha, França e Grã-Bretanha está incluída no acordo da Basileia III, último pacto normativo internacional para reforçar e regular a estabilidade e a solvência do setor financeiro. A nova normativa do Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, ainda em discussão, será aplicada passo a passo a partir de 2013 com vistas à sua total implantação em 2019.
Economistas independentes afirmam que a demora em fixar novos controles a um setor obviamente corrupto prova a falta de vontade política dos governos para chegar à raiz do problema. Segundo o economista francês Paul Jorion, “após cinco anos da pior crise financeira da história, todas as tentativas de regular os bancos e os fundos são letra morta”. Por outro lado, “a União Europeia e os governos continuam desregulando e deixando seus próprios cidadãos na miséria total”.

fonte:
http://revistaforum.com.br/blog/2012/07/quando-os-banqueiros-sao-banksters/ 

Com relação aos nossos Banksters Tupiniquins, uma reporter que sintetizou bem o que são e o que pensam foi Salete Lemos da Cultura (que por sinal perdeu o emprego por conta desta materia).